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segunda-feira, 31 de maio de 2010

"Check-up"

É como se chama em língua inglesa o que fomos fazer hoje!
Foi dia de realizarmos o nosso rastreio oral, na Clínica Dentária de Vila Franca e com a colaboração do Dr. Nuno Vaz.

Saímos da escola ao início da tarde, sob um sol abrasador e, embora bem protegidos, chegamos ao destino cansados e cheios de calor...

Depois, dois a dois, lá fomos entrando no consultório do Dr. Nuno, que foi muito simpático.
Lá dentro estava fresquinho e isso soube muito bem; 
O que aconteceu a seguir foi igualzinho ao que tínhamos já conversado na sala, por isso não houve dramas, nem choros, nem receios e tudo se portou mesmo "como gente grande"!
Ainda o dentista não tinha terminado de calçar as luvas e já nós estávamos de boca verdadeiramente "escancarada"... para que visse bem o que se passava com os nossos dentinhos!

Não acreditam?
Então vejam as fotos que tiramos:
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No final trouxemos informação muito importante, que seguiu para os pais no "vai-vem" para que tomem as medidas necessárias. E há muitos de nós que precisam de uma consulta, desta vez mais a sério, pois alguns têm dentes cariados e outros já têm dentes definitivos e devem começar a protegê-los colocando selantes.

Também trouxemos um simpático presente, uma escova muit'a fixe com animais (como é que ele adivinhou que temos trabalhado a biodiversidade?)
Agora há que juntar-lhe uma pasta de dentes própria para crianças e toca a lavar os dentinhos sempre de manhã, após o pequeno-almoço (até combinamos "cheirar" as boquinhas, à chegada) e depois das refeições, bem como antes de ir dormir.

A resposta...

... já estava dada nos comentários: o que despertou tanta atenção  na nossa área da biblioteca foi mesmo o livro dos vulcões, que os amiguinhos dos Açores nos enviaram e de que muito gostamos! 
 Obrigado a todos e... aguardem a nossa resposta!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O que desperta tanta atenção...

Temos estado, de facto, muito atentos a algo de novo que recebemos para a área da biblioteca...
Como se pode observar pelas fotos, o objecto-mistério até já foi analisado à lupa e visto de todos os ângulos... só falta mesmo ouvi-lo! Sim, escutar algo que vinha lá dentro...
O que será?
Há por aí uns amigos nossos que sabem a resposta a esta questão!

PS: Não vale dizer apenas que é um livro, isso vê-se logo, mas que livro será???

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Cuisenaire + Imaginação

Este jogo é mesmo assim, depois e começar vão-se descobrindo as suas possibilidades e elas são quase... infinitas!

Começamos por fazer diversos  jogos em grande grupo com atributos como a cor e a medida das barras, inclusivamente fazendo referência aos valores de cada uma; o jogo traz uma régua-medida que nos ajuda a verificar o valor de cada peça, que é tal e qual como mostra a imagem:
Descobrimos, por exemplo:
- qual é a peça que fica entre a castanha e a verde escura...
- qual é a que é maior (logo a seguir) que a barra cor de rosa...
- menor do que a barra vermelha...
- que barra se encontra a seguir à azul clara...
- e por aí fora...
Estivemos a fazer este jogo com a Isaura e foi muito interessante.

Depois começamos a construir muros, mas havia uma regra importante a ter em conta:
Cada fileira que colocássemos no muro tinha que ter peças diferentes, ou seja, as filas não podiam ter as mesmas barras colocadas da mesma forma...

Mas por vezes acontecia o muro tombar e lá se ia o trabalho todo! 
Assim era complicado representar no papel como ficou...
Por isso, tivemos que arranjar estratégias para que tal não acontecesse:
 
Boas ideias! Com apoio de uma caixa, ou com as barrinhas deitadas é muito mais fácil! O Tomás esteve muito entusiasmado e foi mesmo "campeão", pois construiu o muro mais alto!
 Não consigo!

 Mas, dali a pouco... com uma ajudinha dos amigos:
Já está!
O tempo passou a voar, alguns nem tiveram oportunidade de terminar este desafio feito em pequenos grupos na área dos jogos calmos.

Foi um entusiasmo generalizado... de tal forma que até se ouviu:
- Professora, amanhã vou fazer muros, muros, muros, o dia todo!  
Palavras do Nelson, na hora da avaliação ao final do tarde.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Cuisenaire

O Material Cuisenaire tem mais de 50 anos de utilização em todo o mundo. Foi criado pelo professor belga Georges Cuisenaire Hottelet (1891-1980), que decidiu criar um material que ajudasse no ensino dos conceitos básicos da Matemática e então cortou réguas de madeira em 10 tamanhos diferentes e pintou cada peça de uma cor, tendo assim surgido a Escala de Cuisenaire.
 
Este material permite que a criança construa relações entre quantidades e medidas, facilitando a compreensão dos números e operações.  Podem ver em detalhe o material que foi utilizado aqui.
A Isaura contou  a história do Ludo e depois passamos à manipulação livre das barrinhas, que descobrimos serem diferentes umas das outras nos tamanhos e nas cores.
Com elas pudemos explorar diferentes conceitos, pois a utilização do Material Cuisenaire é adequada para fazer seriações, classificações e comparações, medir volumes, cobrir superfícies desenhadas, fazer construções, realizar operações de somar e subtrair ou construir gráficos de colunas...

Querem espreitar o que fizemos  em pequenos grupos?

Depois de explorar livremente as barrinhas, dedicamo-nos a preencher com elas desenhos diversos da história do Ludo: a barraca de praia, o carro, a janela, o sol, o pirata...
Finalmente, retiramos as peças com cuidado e pintamos o espaço que ficou em branco, para podermos guardar no portfolio esta experiência... agora podemos usar quando quisermos, pois as Barrinhas Cuisenaire vão ficar na área dos jogos calmos todos os dias!

domingo, 23 de maio de 2010

"Onde está o gato?"

"A professora Gina, que é bibliotecária, de vez em quando vem fazer uma visitinha à nossa sala.
Desta vez trazia um livro de poesia de Luísa Ducla Soares e escolheu três delas, todas muito engraçadas, para nos apresentar. De todas a que mais gostamos foi a última, que se chamava "Onde está o gato?"
Entretanto aconteceu uma coisa um bocadinho triste... um de nós não teve cuidado e, ao ver o livro, uma página rasgou-se! Ficamos um pouco atrapalhados  e logo decidimos criar um livro para oferecer à professora Gina. 

Foi o que fizemos, distribuindo as frases da poesia por todos nós; como não estávamos todos e não chegávamos para fazer tudo, a nossa educadora e estagiárias fizeram também!
Aqui está o resultado:



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Obrigada professora Gina e desculpe o que aconteceu.
Quando vier de novo à nossa sala temos uma prenda para si!

sábado, 22 de maio de 2010

A preto e branco...

Foi uma experiência de desenho diferente, sobre cartolina preta desenhamos com giz branco aquilo que quisemos sobre a história "A que sabe a lua"; para finalizar colocamos laca em spray, pois mantém o desenho, evitando que o giz saia.

Durante a actividade aconteceram várias descobertas:
- Vimos que, se tocássemos no desenho, o giz se espalhava e ficava a folha toda manchada;
- As mãos também ficavam todas brancas;
- Para limpar, podíamos usar um pano húmido;
- Com o pano húmido era possível apagar o desenho, como se fosse no quadro preto, e começar de novo.
Para além do efeito final ser interessante, ainda fica com um cheirinho... que agradou a todos! Ora vejam a seguir as nossas representações da lua:

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Surpresa!

...e uma daquelas grandes, mesmo muito GRANDES!
Chegou pelo correio, vinha muito pesada e foi mesmo na hora de tomar o leite, quase quase a ir embora...
O que será?
De quem virá?

Pois é, não podia ser de outra forma...
A surpresa chegou de lá do meio do Oceano Atlântico, dos nossos amigos dos Açores, do Blogando na escola. E trazia:
  • Uma simpática carta;
  • O livro "Dos vulcões dos Açores", que contém um DVD com sons de vulcões;
  • Um livro de histórias criadas pelos meninos e meninas do JI, com a sua educadora;
  • Um livro de registo das Lendas da Ilha Terceira, muito bem elaborado por meninos da EB1;
  • Uma caneta dos Açores;
  • Uma pregadeira com flores feitas de escama de peixe, para a nossa educadora.
Nós ficamos mesmo sem palavras, tão inesperada que foi esta surpresa-presente!
Agora estamos a "dar voltas à cabeça" sobre o que vamos fazer como resposta...
Aguardem...

A tecnologia tem destas coisas, aproxima-nos muito:
  • de pessoas que nem conhecemos e se tornam amigas, 
  • de realidades distantes que se tornam próximas, 
  • de culturas diferentes que se tornam familiares,
  • torna-nos presentes em locais onde nunca estivemos!
Que surpresa tão boa!
É mesmo muito bom ter amigos assim... não acham?
Obrigada amiguinhos e Professora Anabela Santos, da EB1/JI Prof. Maximino F. Rocha, de Terra Chã, na Ilha Terceira.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

E no fim comemos mesmo a lua!

Começamos o dia com a história "A que sabe a lua?", de Michael Grejniec, editada pela Kalandraka. Podem conhecer a história aqui.
 Estivemos todos muito atentos, calmos e participativos, pois era uma história muito engraçada...

No final, ficamos a pensar a que teria sabido a lua para alguns dos animais; o mais óbvio, de que todos se lembraram logo, era o rato:
- Soube a queijo, porque os ratos gostam de queijo!
- E vocês também gostavam de provar a lua?
- Siiim!
- Então na hora de almoço vou sair e vou pedir ao rato se me arranja um bocadinho de lua para partilhar convosco.

Depois fizemos um registo diferente:
Usamos cartolina preta, giz branco e laca.
Mais tarde mostraremos os resultados, pois ficaram a secar...

Já na parte da tarde...
- Então, já falaste com o rato? Vamos comer um bocadinho de lua?
- Vamos, claro que sim!
- E onde está?
- Olha, isso é que me esqueci de lhe perguntar... onde será que ele pôs?
 
Ao entrar na sala não se via nada de diferente...
- Deve estar na caixinha das surpresas, porque é uma surpresa para todos os meninos!
- Boa, vamos lá espreitar...
E não é que estava mesmo?
Delírio geral... mas havia duas "luas" diferentes: havia umas mais cinzentas (bolachas de arroz) e outras mais amarelas (bolachas de milho)!
- Deve ter sido o ratinho que pôs queijo nestas e ficaram amarelas!
- Acho que sim, deve ter sido isso mesmo.
Então, chegou a hora de provar. 
- Vamos comer a lua sozinhos ou partilhamos com os nossos amigos, como fez o ratinho?
- Vamos partilhar com a Sala dos Amigos!

Assim foi e dali a pouco recebemos visitas...
Que bom, hoje o leite escolar ia ser acompanhado de lua!

Decidimos que cada um iria provar das duas "luas" por isso, para chegar para todos, dividimos cada uma em duas metades. As migalhas desapareceram num ápice!
Cada um comeu então uma metade de lua amarela e outra metade de lua branca.
 As opiniões dividiram-se:
- Hum, sabe a pipocas!
- É salgado!
- Não gosto das cinzentas...
- Eu gosto!
- Eu gosto das duas.
- Eu gosto mais da lua amarela, deve ser porque tem queijo!
No final, todos gostaram de provar a lua... 
Foi mesmo um lanche... diferente!

Nota: se os papás ficarem curiosos e quiserem comprar "luas" lá para casa, podem ir ao Minipreço (passe a publicidade) procurar as bolachas de Milho/Arroz da marca Dia; não têm açúcar, nem gorduras, são alimentos saudáveis...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Não fomos à Lua... mas fomos passear!

Fomos ao Porto e visitamos dois sítios interessantes:
De manhã, fomos ao Sea Life, o Oceanário do norte...
Vimos muitas coisas que nos "encheram os olhinhos":
- Peixes de todos os tamanhos, feitios e cores;
- Plantas aquáticas, também de todos os tamanhos, feitios e cores...
É a biodiversidade!

Depois fomos almoçar ao parque da cidade, fizemos um piquenique, todos juntos: Sala Fixe, Sala dos Amigos e toda a gente da EB1.
De tarde visitamos o Planetário, onde nos "vestimos" de astronautas, vimos o sol através de um telescópio e assistimos a uma animação que contava a história do Vítor, um menino que queria ir à lua!
Aí também aprendemos muitas coisas:
- Que a lua é redonda, tem crateras e é iluminada pelo sol;
- Que a lua tem 4 fases;
- Que as fases da lua acontecem porque ela fica com uma parte virada para o sol, onde é de dia e outra de costas para o sol, onde é de noite.


Podem ver um bocadinho de cada coisa aqui, pois não dá para ver tudo! 



Foi muito gira, esta visita de estudo...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Estar juntos na Sala é Fixe! - Columbofilia para crianças

Foi o que nos veio explicar a mãe da Ana Maria, D. Elisabete (D. Beta, para os amigos...)
 Lá em casa há um pombal, pois o pai é columbófilo e então, integrada na iniciativa "Estar juntos na Sala é Fixe!" hoje foi dia de mais uma visita de pais.

Aprendemos tantas coisas novas... umas mais fáceis e outras mais complicadas!
Por exemplo:
  • Para se ser columbófilo é preciso estar registado numa Associação e pagar as respectivas quotas;
  • Existem várias Associações no nosso país e pode-se estar inscrito em mais do que uma;
  • É necessário ter um pombal, como é óbvio e tratar bem das pombas, que precisam de vacinas, de ir ao veterinário e de alimentação.
  • As pombas treinam um bocadinho todos os dias, cerca de meia hora de manhã e meia hora de tarde.
  • Vimos um vídeo sobre o treino das pombas: elas são soltas do pombal e voam em redor; é costume por uma "bandeira", para que não lhes dê a preguiça e não pousem no telhado; quando se retira a "bandeira" é sinal de que podem regressar ao pombal;
  • Vimos as anilhas, que podem ser normais ou electrónicas e se põem perto da pata;
  • Servem para identificar as pombas com o seu número, que também está no cartão que têm que ter - é o "cartão do cidadão" delas!
  • Vimos também um aparelho antigo que servia para marcar o tempo que cada pomba demorava a percorrer determinada distância e assim se apurava quem vencia as corridas.
  • Já sabemos que as pombas participam em corridas e usam o seu sentido de orientação para regressar a casa.
  • Há corridas de 3 tipos (mas já não sei bem os nomes para além de fundo e meio-fundo) :(
  • Vimos os prémios que o pai da Ana já ganhou, alguns muito importantes!
  • Também vimos o jornal de notícias da Columbofilia, onde vêm imagens dos vencedores das corridas e das largadas de pombos em todo o país. Vilha lá a foto do pai da Ana Maria...
  • Ficamos a saber que vai abrir uma escolinha de columbófilos para crianças como nós na Meadela!
  • Para terminar, observámos uma pomba a sério, que vinha numa caixa especial.
  • Depois a D. Beta escolheu, de olhos fechados e sem batota, um de nós para soltar a pomba.
  • Tocou a sorte ao Alexandre, que colocou a faixa de columbófilo e pegou na pomba (era uma que apareceu lá em casa da Ana e que estava doente; foi cuidada e agora que está boa foi solta, para poder voltar a casa)
Eis algumas imagens recolhidas durante esta actividade...

 


Obrigada à D. Beta que connosco partilhou estes momentos!

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