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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

E, por falar em "marcas"...

Pois é, atrás de uma vieram logo outras, outras marcas de outros tipos!

Conversamos sobre o fim de semana, que foi marcante para a Leonor, porque levou o Matias para sua casa. Contou-nos que brincou muito com ele, apresentou-o à família e cantou a canção dos bons dias com o Matias a todos eles ;-) A avó também deu uma ajudinha fazendo uma "operação" na barriga do nosso macaquinho preferido, que de tanto ser solicitado, estava a ficar um bocadinho estragado :'-( Obrigada à avó costureira!

Entretanto outro neto da mesma avó, o André M. também estava marcado, por ter ido assistir a um jogo de futebol no estádio da sua equipa. 
Para isso teve que fazer uma longa viagem, mas parece que valeu a pena:
- Vi muitas pessoas, todas vestidas de vermelho e até uma águia "a rodar" pelo estádio! 
- A rodar? Então a água tinha rodas? 
- Não, tinha asas! 
- Então não rodava... 
- Pois não, voava! ;-)
Já adivinharam onde ele foi, ou não?

E após relembrarmos uma das coisas que aprendemos na semana que passou, a Lengalenga dos 5 macaquinhos, os meninos grandes estiveram ocupados em representá-la graficamente. Também já a conseguimos gravar no gravador digital,  para depois fazermos uma surpresa!

Os mais pequenos também quiseram pegar nos lápis e, de tarde (para espantar o sono, que hoje não chegou a tempo...) fizeram um desenho com lápis de carvão/grafite! 

Eram uns lápis novos e especiais, triangulares (vejam aqui porquê) o que permitiu à professora identificar quem já consegue pegar direito (pois ainda há que completar dados de avaliação diagnóstica!).

Na verdade, 
"Quando a criança segura pela primeira vez o lápis, os seus movimentos são impulsivos e rápidos. O uso de um instrumento é uma forma complexa de manipulação de um objecto, intencional, dirigida a um objetivo, que envolve manipulação para alterar a posição, condição ou acção de outro objecto (Parker & Gibson, 1977). 
preensão, envolve segurar um objeto com o propósito de o transportar ou de o sentir, conforme o manipulamos e de acordo com a tarefa ou função. 
Ao abordarmos este aspeto do desenvolvimento infantil ”a pega do lápis” (preensão) sobressai uma individualidade na forma como as crianças ajustam as suas habilidades à ação, adaptando competências sociais, culturais e cognitivas às habilidades motoras, numa aprendizagem constante."
In: Patraquim, M.J. Barreiros,J. Gonçalves, I. "A variabilidade da pega infantil e o constrangimento do diâmetro do lápis"

Ao longo do seu processo de desenvolvimento podemos percorrer várias fases, até chegar à preensão ideal, a que permite obter melhor desempenho:
Papás, ajudem-nos a chegar lá, insistam connosco para que usemos o lápis da forma correta!
Para fazermos cada vez melhor as nossas marcas!

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