Entre outras coisas... conversas da vida e da morte!

Começamos o dia à roda da conversa, desta vez sobre o Dia do Pai, as prendas que os pais apreciaram e a entrevista que fizemos... lemos as entrevistas que os pais preencheram como TPC e descobrimos coisas giras sobre os nossos pais :-) algumas não sabíamos!

Falamos da Celeste, que está doente e da falta que ela nos vai fazer...
Oxalá recupere depressa e volte para perto de nós! Deixamos-lhe esta mensagem...
E, a propósito de doenças, veio à baila o corpo humano, o que o faz funcionar, alguns dos seus órgãos e sistemas. Tivemos curiosidade e fomos espreitar o funcionamento do sistema circulatório e do coração...


Mais tarde tivemos oportunidade de explorar um modelo 3D do tronco, com todos os órgãos, que funcionava quase como um puzzle: dava para retirar e voltar a colocar os órgãos nos sítios certos!
Chegamos à conclusão que, quando o coração pára, as pessoas morrem. 
E então falamos da morte, com toda a naturalidade... dos avós que já morreram, da tristeza que se sente quando morre alguém, de como não faz mal chorar porque alguém morreu (até faz bem!) e das saudades que sentimos das pessoas queridas que já não estão à nossa beira.
E lá vieram as perguntas...
- Porque é que as crianças não podem ver as pessoas quando morrem?
- Podem, podem, eu vi a minha avó!
- Mas às vezes os pais não deixam...
Chegamos à conclusão que quem quer ver, deve poder ver as pessoas que morreram, para se despedir delas e que quem não quer, não deve ser obrigado, porque depois pode ter sonhos maus... mas as pessoas que morrem não fazem mal a ninguém!

Dedicamo-nos também a fazer o habitual tratamento de dados do mês anterior, registando através de gráficos de barras, o número de presenças, faltas, luzinhas acesas e apagadas...
É um processo que, para além de nos permitir desenvolver competências matemáticas (sentido de número, contagem oral, sequência numérica, identificação de algarismos e associação do número à quantidade) nos permite tomar consciência do nosso comportamento e desempenho.

Desta vez, foi proposto aos mais crescidos inventarem uma nova forma de fazer os gráficos, utilizando os elementos que quisessem... o que tornou a tarefa um pouco mais difícil do que estávamos habituados, mas muito mais criativa! É assim, puxando pela cabecinha e estimulando a criatividade, que vamos dando os nossos pulinhos de crescimento ;-)


Depressa começaram a surgir os corações no meio desta tarefa... já tinham aparecido na conversa, agora nos gráficos e depois apareceram também nos desenhos.
E, por falar em pulinhos de desenvolvimento, a nossa mais pequenina deu hoje mais um: conseguiu copiar o seu nome sozinha.  
Até disse que já é média ;-) ainda não, mas está quase!
Houve ainda mais corações... arte e até mesmo um Capitão Gancho com cara de mau!
Ainda houve novidades relacionadas com o nosso mais recente projeto ETwinning, mas essas virão de seguida... até já!

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