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segunda-feira, 30 de maio de 2016

#brincaraserio... com entrevista e brincadeiras "ao contrário"

De regresso, após um fim de semana prolongado que abrangeu muitos de nós, as conversas vieram para a mesa grande e tocaram muito do que temos vivido, mas também do que vamos ainda viver...
- As boas recordações do nosso passeio, muito especialmente da viagem de barco moliceiro, que foi a primeira experiência do género para quase todos!
- As férias da Luciana e a surpresa que trouxe para a sua Sala Fixe e seus habitantes... todos nós! Com direito à escrita do nome de cada um já em letra manuscrita :-) Um miminho fixe!
- O Dia Mundial do Brincar, que se comemorou no passado sábado e que vamos comemorar durante esta semana. 
O tema proposto para hoje era "A brincadeira não tem género"... mas o que é que isto significa? Trocando por miúdos (e para miúdos) quer dizer que hoje em dia não há brinquedos nem brincadeiras próprios de meninas ou meninos!
Não há ou, pelo menos, não deveria haver, pois os homens e mulheres de amanhã têm de estar preparados para tudo: para o mercado de trabalho, desempenhando todo o tipo de profissões, e também para o trabalho doméstico, que deve ser repartido por pais e mães.

A este propósito, respondemos a uma "entrevista coletiva" sobre estereótipos de género. Que ideias temos sobre este assunto? Ora vamos lá a desvendar...



Sendo segunda-feira, a hora da história foi antecipada pelo Vicente, que quis partilhar com todo o grupo uma história nova que aprendeu com o tio...
- Só preciso de um papel e de um lápis! - e tratou logo de ir buscar.

Depois contou, enquanto desenhava...
"Era uma vez um castelo, onde estava fechada uma princesa. Mas ela conseguiu encontrar úma chave e abriu a porta para fugir. Saiu, veio pela estrada até chegar a um lago, mas depois perdeu a chave, porque o lago era fundo. E agora, onde está a chave?"

Para percebermos melhor, tivemos que ver o desenho... mas mesmo assim não estava a ser fácil desprendermo-nos da história (do castelo, da estrada e do lago) para ver a imagem desenhada (a chave).
Já entenderam? Ou também precisam de ajuda? 
Vá, aqui está ela... ;-)
O Vicente chamou a esta história "A chave desaparecida" e voltou a contá-la cada vez que chegava alguém atrasado...

De tarde, combinamos conhecer outra história desenhada, desta vez de um autor português de livros para crianças, António Torrado, chamada "O pato Patareco do Daniel Adalberto". 
A professora contou-a no quadro preto, desenhando-a, para todos verem bem! 
Não tiramos foto, mas podem conhecê-la aqui, numa versão PRÉ Histórias...
E, desta vez, não precisamos que ninguém nos explicasse onde estava o pato ;-)
Até o soubemos representar em desenho, tal como à chave... e muito bem!




Ainda tiramos um tempinho para combinar coisas importantes para o final de ano que se aproxima: O que vamos preparar para quem vai para o primeiro ciclo? E para os outros?
- Os livros dos finalistas, com as capas e as cartolas!
- Os diplomas para os outros...
- E surpresas para todos ;-)
Mas como temos um caso de uma menina que ainda não sabe se vai ou não para o primeiro ciclo, não podemos chamar-lhe Livro de Finalistas... como lhe vamos chamar?
Surgiram várias sugestões... Livro do Jardim de infância, Livro da Sala Fixe, Livro de Memórias, Livro de Recordações e depois... não votamos, desta vez não! 
Cada um escolheu o nome do seu livro, bem como a cor preferida para as capas e cartolas.
Está meio caminho andado... falta tudo o resto e continuar a Brincar a sério!

E por falar nisso, hoje também brincamos ao contrário... os meninos foram para as áreas preferidas das meninas e vice-versa ;-) 
Embora já saibamos (de cor e salteado) que todos podem (e devem!) brincar em todo o lado! Até amanhã...

1 comentário:

Rosa Alves disse...

Olá. Gostei muito da vossa entrevista. Foi muito interessante perceber que não há diferenças significativas na diferença de género. Que bom!
Beijinhos Triquiteiros

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