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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cobra negra... uma experiência com fogo

Ainda a propósito da visita aos bombeiros, a manhã começou com conversas sobre coisas perigosas, tal como o fogo e já conhecemos mais algumas:

  • Facas, porque nos podemos cortar
  • Tesouras, daquelas com bicos afiados, porque picam muito
  • Pistola de cola quente, porque nos podemos queimar 
  • Armas, porque matam
  • Gás pimenta, porque o meu irmão disse que era muito perigoso, deita-se com um spray, quando vêm os ladrões!
  • Fogão, porque nos podemos queimar
  • Fichas elétricas, se metemos lá alguma coisa podemos apanhar um choque
  • Ferro de passar, porque fica muito quente e pode queimar
  • Detergente e lixívia, não se pode por na boca nem nos olhos, podemos morrer

Sabemos também os cuidados que devemos ter para que nada de mal nos aconteça com estas coisas: não tocar/mexer, ou não por na boca, nem nos olhos, nem beber...

Na entanto, a a caixinha das surpresas trouxe os ingredientes necessários para fazermos uma experiência científica com fogo! Para nos prepararmos bem (e não nos assustarmos), primeiro observamos a mesma experiência em vídeo...
Aqui está ela... a cobra negra
Os comentários não se fizeram esperar:
- Uau, é espetacular!
- Parece magia!
- Parece mesmo, isso é magia, não é?
- Eu estou mesmo admirado!
Como já sabemos bem que o fogo é perigoso e com ele não se brinca, sentamo-nos um pouco mais afastados da professora, que a fez sem a nossa ajuda:
Foi assim: 
  1. numa tacinha de vidro com areia seca, deitou o álcool (devia ser acendalha líquida, mas não tínhamos) até a areia ficar molhada; 
  2. depois pesou na balança digital 40 gr de açúcar e 10 gr de bicarbonato de sódio e misturou os dois, deitando a mistura por cima da areia; 
  3. acendeu um fósforo e tentou pegar fogo à mistura, mas ardeu muito pouquinho, como se vê na foto, por isso não deu para ver o que queríamos... 
Não desistimos, tentamos mais uma e mais outra vez, acrescentando mais álcool, trocando a areia... mas não conseguimos ver a cobra negra! 
Então a Celeste sugeriu usarmos um líquido chamado citronella e foi o que fizemos de tarde... mas também não resultou: o fogo era ainda demasiado fraco para a cobra negra aparecer! Numa última tentativa usamos uma acendalha sólida e o resultado foi este que se pode ver na segunda parte deste vídeo...


Como só vimos cobrinhas pequeninas, ficou combinada para amanhã mais uma tentativa, desta vez com o ingrediente certo: a acendalha líquida. E enquanto não conseguimos ver a cobra negra a sério, imaginamos as nossas usando o desenho...
A explicação científica para o que acontece é a seguinte:
Quando o bicarbonato de sódio aquece, forma dióxido de carbono. A pressão desse gás empurra o carbono do açúcar a arder para fora da areia, produzindo a cobra negra.

O dia não terminou sem um bocadinho de brincadeira... da qual fica uma descrição real e significativa:
- Acabei o meu desenho, agora vamos brincar os dois Vicente! - disse o Tiago.
- Vamos! - respondeu o amigo
- Nós somos os filhos e tu és a mãe, está bem? - perguntou o Tiago à educadora.
- Ok...
- O Vicente é o mais velho e eu sou o mais novo. Nós vamos fazer os trabalhos de casa!
Foram buscar os seus cadernos e começaram a escrever palavras familiares, principalmente nomes...
- Como se escreve Santiago? Diz as letras, que eu escrevo! - pediu o Tiago
- Um S, um A e um N e depois escreves o teu nome!
- A sério? - disse admirado
- Sim,  ora escuta: San... Tiago!
- É, o meu nome está dentro do Santiago!
;-)

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