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sábado, 11 de outubro de 2014

Cromatografia... uma corrida de cores!

Depois de extrairmos as cores de folhas de árvores, desta vez extraímos as cores... das cores!
Já sabemos que todas as cores secundárias nasceram da mistura das cores primárias e fomos à descoberta delas realizando mais uma experiência de cromatografia (muitos de nós já nem se enganam a dizer esta palavra nova!) na qual seguimos este protocolo e usamos este material:
água, álcool, 2 taças de vidro transparente, marcadores, filtros de café e tesoura

Mas antes estivemos ainda a perceber o que eram os tais filtros de café e para isso tivemos também de realizar uma pequena experiência: colocar pó de café e água no filtro e observar o que acontecia...
Observamos que o pó ficava retido no filtro e que só passou a água (o líquido) misturado com café, logo, com um aspeto diferente: outra cor, outro cheiro...
Assim percebemos o que eram e para que serviam os filtros de café que se usavam antes das máquinas que o pai e a mãe lá têm em casa...
- Na minha casa põe-se uma cápsula e sai o café, não é preciso filtro!

Passamos então à cromatografia, que parecia uma brincadeira de corrida de cores... que foi precedida de estimativas (levantamento de hipóteses):
- qual delas avançará pelo papel de filtro mais depressa?
- qual se dividirá em mais cores?
- qual das duas substâncias líquidas (água e álcool) torna o processo mais rápido?
Chegamos a algumas conclusões... nem todas muito científicas, mas adequadas à nossa compreensão:
- O magenta é a cor mais preguiçosa, corre pouco!
- O azul e o amarelo correm muito.
- O preto é a cor que corre mais!
- O preto separou-se em amarelo, azul e verde... o magenta não apareceu!
- Porque é a cor mais preguiçosa de todas!

E depois fizemos sozinhos a experiência, escolhendo a cor e o líquido onde submergir o filtro:

Cromatografia em papel on PhotoPeach 

Estamos uns cientistas ;-)
No final reunimos todos os filtros utilizados e criamos uma roda de cores:
- Foi o André que ganhou a corrida de cores: usou cor preta e água.
- Foi a Carolina que perdeu:  usou o magenta e o álcool.
Mas, como em tudo na vida, o mais importante não é ganhar, é participar!

Deixamos a explicação científica para o sucedido:
À medida em que o líquido sobe pelo papel de filtro, a tinta é dissolvida e espalha-se. As cores escalam o papel e algumas avançam mais rápido que as outras. Isso acontece porque as fibras de celulose do papel interagem com a água e com as cores. Os corantes dos marcadores têm composição química diferente e é o tipo de interação do corante com o papel que irá determinar o quanto ele subirá. Quanto mais forte for a interação, mais lento será o processo.

1 comentário:

Rosa Alves disse...

Mas que grandes "cromatograntes" vocês estão. Gostei muito da vossa experiência. Beijinhos Triquiteiros

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