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quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

E ontem foi assim...

Um dia de expressão corporal e motora... relembramos o depressa/devagar e introduzimos o iniciar/parar, associado aos sinais verde e vermelho!
Quando a prof. Patrícia foi embora: - ainda não estamos cansados! e então continuamos a brincar com o nosso corpo, exercitando formas de locomoção diferentes: andar, correr, saltas, rastejar. Imitamos diversos animais: a cobra, o cão, o elefante, o canguru, o macaco, a girafa, a minhoca... no fim: - agora já estamos cansados!
Foi também o dia em que decidimos elaborar um recado para ir para casa no vai-vem (a professora queria que o guardássemos só na cabecinha desta vez, mas tivemos medo de esquecer, por isso pedimos para o escrever... como não sabemos ainda escrever, tivemos que desenhar). Era mais ou menos assim o recado:

Para festejar o Dia das Bruxas, queremos fazer doce de abóbora, mas não temos abóbora nenhuma! Não se arranja uma pequena aí por casa?

E então fizemos um desenho ditado!
A professora foi ditando, devagar e nós fomos desenhando:
Vamos desenhar uma bruxa com a cara redonda, dois grandes olhos bem abertos, um nariz comprido e uma boca desdentada. Tem um vestido comprido e preto, dois braços, duas mãos e unhas pretas e bicudas. Tem ainda duas pernas, com os pés metidos nuns sapatos pontiagudos. Vamos desenhar uma vassoura na sua mão e uma abóbora ao lado, mas pequena, como a que precisamos.
Estávamos todos atentos e concentrados na tarefa, de tal maneira que alguém disse:
- Até parece que estamos na primária!

E os desenhos ditados dos nossos recados ficaram assim:
E o que é certo é que funcionaram... e à Sala Fixe chegaram hoje 4 belas e diferentes abóboras! Obrigada aos papás fixes! 
(Não fosse a máquina ter ficado em casa até poderíamos mostrá-las :-(

Com duas delas, já hoje, fizemos Doce da Bruxa, ou melhor, Doce de Abóbora!
Claro que também não podemos mostrar como foi... mas como ainda não está tudo pronto, amanhã podemos fotografar o que falta. 
O que é certo é que ficou uma delícia! 
Ainda não comemos a sério... mas rapamos o tacho todinho! (que belas fotos se perderam :)


terça-feira, 28 de Outubro de 2014

A roda de cores (ou disco de Newton)

Construímos as nossas rodas de cores (Discos de Newton*) usando um CD velho.

Os mais crescidos contornaram e marcaram os 6 pontos. Depois, com a régua, traçaram uma linha que os unisse 2 a 2, dividindo desta forma o círculo em 6 fatias. 
De seguida pintaram uma de cada cor: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e roxo: 3 cores primárias e 3 secundárias. 
Os mais novos apenas coloriram de acordo com as regras, observando o modelo acima.
Quando ficou pronto, recortaram e colaram num CD, do lado não-brilhante... 
Sim, porque o outro lado, o que brilha, serve também para ver o arco-íris, basta colocá-lo à luz ou ao sol!
Ainda colámos um berlinde por baixo de cada CD. 
Com esta roda de cores fizemos magia... ou, pelo menos, tentámos!

video


Pondo o CD a rodar - como se fosse um pião, só que não tem corda! - dá para ver todas as cores a transformarem-se numa só - mas tem que rodar muito depressa e é difícil!

Com tudo o que temos feito, já aprendemos muitas coisas sobre a luz e as cores:
  • A luz (do sol, das lâmpadas...) é branca, mas podemos dividi-la em várias cores fazendo experiências como a da lanterna com o espelho na água e esta, do CD. Desta forma vemos que todas as luzes juntas fazem o branco.
  • Mas todas as cores (das tintas, por exemplo) juntas fazem o preto.
Então, misturar todas as cores dá branco ou dá preto?
Esta é uma pergunta mesmo difícil...
Aqui podem encontrar a explicação científica, mas a resposta a esta pergunta não é uma só!
Depende se estamos a falar de uma mistura de luzes (coloridas) ou de uma mistura de pigmentos (cores)... resumindo, a explicação mais simples é:
- A adição de todas as luzes dá uma luz branca.
- A adição de todos os pigmentos coloridos dá a cor preta.

* Nota: 
Isaac Newton foi um cientista inglês (1643-1727) que explicou que a luz que consideramos branca é, na verdade, uma luz composta de várias cores. Para comprovar tal facto, decompôs a luz, com a utilização de um prisma triangular de cristal. Através dele passava um feixe de luz que se decompunha nas cores básicas.
Faltava, no entanto, comprovar que a luz branca é proveniente da soma dos espectros luminosos. Foi a partir daí que surgiu o disco de Newton. Ele é pintado com as mesmas cores que compõem o espectro da luz branca. Ao girá-lo com intensidade, a cor branca aparece uniformemente, devido à incidência de luz.

segunda-feira, 27 de Outubro de 2014

Qual é o sabor do arco-íris?

Entramos na semana mais escura do ano... a do já falado e tão ansiado Dia das Bruxas!
Precisamos de fazer suavemente a transição da luz das cores do arco-íris... para o negro das coisas assustadoras, como as aranhas, os morcegos, os vampiros e as bruxas!

Começamos por terminar os arcos-íris iniciados...
E depois decidimos conhecer o sabor do arco-íris ;-)
Não é possível? Mas claro que sim! Como? Fazendo um bolo arco-íris... 
Primeiro fizemos a massa e todos ajudaram nas diversas etapas:

Um bolo arco-íris on PhotoPeach 

Aqui está a receita:
Ingredientes: 1 pacote de preparado para bolo (de compra), 4 ovos, 2 colheres de sopa de leite e corantes alimentares. Seguir as indicações da embalagem do preparado de bolo. Dividir a massa em quantas taças quantas as cores de corante que quiser usar. Deitar numa forma de silicone previamente pincelada com óleo alimentar.

Depois da massa pronta, sobrepusemos as cores às camadas:

Ficou bonito e colorido, só foi pena o forno ser forte e queimar um bocadinho demais... :-P Mesmo assim ficou saboroso... comemos e repetimos!
E descobrimos o sabor do arco-íris... é doce!

sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Depressa e devagar

Depressa e devagar... rápido e lento... 
A chita e o caracol... 
Foi em torno de tudo isto que se desenvolveu na nossa sessão desta semana de expressão corporal com a prof. Patrícia. A música deu uma ajuda e os nossos corpos fizeram o resto: moveram-se devagar e depressa... andaram como o caracol, correram como a chita. 
Foi divertido!

Esta atividade fez alguém lembrar-se de uma história muito velhinha, mais precisamente uma fábula (história onde as personagens são animais) de Esopo,  "A lebre a a tartaruga"
Vimo-la à moda antiga ;-) :


E depois ficamos curiosos: será que as tartarugas andam mesmo assim devagar?
Nada como experimentar, não é? 
Afinal, temos a Guga na sala!
Primeiro, dentro da sala, a Guga escorregava na mesa e não conseguia andar bem. 
Por isso fomos lá para fora e aí... bom, aí ela mostrou do que era capaz!
- Afinal a tartaruga não anda nada assim tão devagar!
- Deve ser por isso que ganhou a corrida com a lebre ;-)

Na sessão de expressão musical, continuamos a abordar os instrumentos musicais, como são, como se chamam e como se utilizam. Ainda nos lembrávamos do nome do tamborim e das clavas, da guiseira é que já não...
Hoje todos levamos o vai-vem para casa... estejam atentos ao(s) recado(s) papás fixes!
Bom fim de semana ;-)

quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Descobertas (muito científicas) ao redor do arco-íris!

Fazer a experiência do arco íris era o que estava marcado no Diário de Sala para hoje e foi por aí que começamos o nosso dia... mas não havia sol na nossa janela!
- Porque será?
- Está do outro lado!
- Mas à tarde está aqui...
- É porque a janela está fechada!
Abrimos a janela... o sol continuou a não entrar por ela e assim, da necessidade de perceber, nasceu outra experiência, a realizar antes da que tínhamos planeado.

Fomos buscar o globo terrestre e uma fonte de luz (uma lanterna). 
Acendemos a lanterna, que era o sol e colocamos um sinalizador no local onde está Portugal no globo. Fizemos incidir a luz no globo e depois...
Observamos que:
- De um lado do globo fica iluminado e aí é dia; do outro lado fica escuro e aí é noite. 
Depois a Terra gira, à sua volta e à volta do sol, e esse movimento faz com que se altere a posição da luz solar que incide na Terra... por isso de manhã o sol está do outro lado da escola e à tarde aparece na nossa janela! Percebemos também a razão de existir o dia e a noite e de um andar sempre a seguir ao outro...

Ora como era ainda de manhã e não tínhamos o sol para fazer esta experiência, usamos a lanterna... e seguimos este protocolo. Eis o que aconteceu:
Não foi fácil, mas com um bocadinho de paciência conseguimos mesmo fazer aparecer as cores do arco-íris na folha de papel. 
- Mas não é um arco-íris, são só as cores...

Ainda fizemos outra descoberta, logo ao colocar o espelho na água...
- Partiu! (foto superior direita)
- Não partiu, dobrou...
Mas ao retirá-lo da tina de água estava normal!
- Ele não está partido nem dobrado, mas parece, é por causa da água!
É isso mesmo, um efeito de ilusão de ótica provocado pela água...

Os meninos mais crescidos conseguiram registar as experiências que vivenciaram e descrever aquilo que viram e aprenderam. Depois a professora registou tudo o que dissemos nas nossas folhas, para guardarmos mais tarde nos nossos Portefólios:




"A luz e os fenómenos óticos são um domínio do quotidiano das crianças, sobre o qual se deve desenvolver a sua compreensão para perceberem melhor o mundo que as rodeia, desmistificando crenças e superstições" (Martins et al., 2009:49)

"Inicialmente, através do seu brincar e, posteriormente, de forma mais sistematizada quando acompanhada pelo adulto, a criança vai estruturando a sua curiosidade e o desejo de saber mais sobre o mundo que a rodeia. Estarão, assim, criadas as condições para dar os primeiros passos em pequenas investigações, as quais se pretendem progressivamente mais complexas" (idem, p.12)

As descobertas continuaram, mesmo depois das experiências: verificamos que é difícil fazer um arco-íris direitinho, com os arcos todos certinhos e hoje a professora trouxe um instrumento que nos pode ajudar a fazer isso mesmo: um compasso.
Alguns de nós já o conheciam, por causa dos irmãos mais velhos, mas estivemos a aprender como se trabalha com ele e para que serve...
- Para desenhar círculos!
- Mas o arco-íris não é um círculo, pois não? 
- Não!
- É só metade...
- Eu sei, o meu irmão ensinou-me, chama-se um semi-círculo!

E assim ficamos a conhecer a forma geométrica do arco-íris e pudemos desenhá-lo direitinho, para fazer o que nos tínhamos proposto:

Alguns ainda quiseram experimentar sozinhos desenhar com o compasso:

E as criações artísticas com o arco-íris também continuaram...
 Foi mais um dia (b)em cheio!


quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Muitos arcos-íris!

Com iniciativa, imaginação  e materiais à disposição... a criatividade aparece!
Por cá temos arcos-íris para todos os gostos, feitos com todo o tipo de materiais/técnicas:

Arcos-íris on PhotoPeach 

Como se pode ver neste slideshow, está quase terminado o mini-projeto do trio fixe que está a construir um arco-íris tridimensional.
Mas entretanto surgiu outra ideia complementar, para lançar no Diário de Sala, coluna "O que queremos fazer": fazer a experiência de criar um arco-íris dentro da sala. 
Amanhã vamos por essa ideia em prática!



Ainda observamos, através do "observador de insetos", uma vespa asiática que apareceu na nossa escola. É bom que aprendamos a conhecer as "ameaças" que nos cercam, para nos podermos proteger melhor...

Hoje ficamos por aqui, até amanhã!

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