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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Matematicando, musicando, escrevendo e "mascarando"

Concretizamos o raciocínio matemático de ontem desta forma, representando graficamente a solução a que chegamos na primeira situação-problema: 

Na aula de música de hoje conhecemos um novo instrumento musical, o jogo de sinos:
- É o filho do xilofone e do metalofone! 
Com a prof. Patrícia gostamos muito de explorar o seu som e tocar... à vontade!

A curiosidade e o interesse pelo código escrito têm-se revelado em alguns de nós... e os níveis de desempenho na escrita aumentam na mesma proporção da motivação. 
Como resultado, não são necessárias fichas, nem trabalho orientado, para que a escrita espontânea aconteça,  das mais diversas formas! Como esta:
A utilização do código escrito, envolvendo a colaboração de pais/familiares, demonstra claramente que a criança reconhece a sua função: é uma forma de comunicação, um veículo para transmitir ideias, um modo de guardar informação, mas também serve para alimentar afetos! E é tão bom receber prendas destas :-)

E, como voltamos a ser apenas 8 :-( fomos "adiantando serviço" para o Carnaval... que o tempo está de chuva e o papel maché demora a secar!
Literalmente "com as mãos na"... cola e no papel de jornal!

Foi assim a nossa sexta-feira, com mais dois a irem doentinhos para casa.
Esperemos que na próxima semana já não haja varicelas, nem gripes, nem viroses que nos aflijam! Bom fim de semana ;-)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Raciocinando... matemáticamente

Se 1 balão dá para fazer 2 máscaras...
- Vamos ter um problema! - disse logo o Miguel P.- vai sobrar metade!
- Metade de quê?
- Metade de um balão, porque nós só somos 15.
- Então e de quantos balões vamos precisar para fazer as nossas 15 máscaras?
- Vou pensar e depois digo.

Esta conversa aconteceu ontem e hoje pela manhã...
- Então, já conseguiste resolver o problema de ontem? 
- Já, acho que são 8.
- E como pensaste?
- Usei papelinhos para fazer de conta e contar.
Quisemos então perceber como foi que ele chegou a esta resposta.
(concretização do raciocínio: as máscaras estão representadas pelas tampinhas; cada par de tampinhas (2) forma 1 balão.)
Apesar de achar que eram 8, foi buscar só 5 balões e viu que não chegavam, davam só para 10 máscarasAí, mudou de estratégia e foi buscar mais 5 máscaras (para fazer 15). 
Depois juntou-as 2 a 2 para formar balões e obteve a resposta: 
- Precisamos de 8, mas só vamos usar 7 e meio!

Com o entusiasmo de matematicar, continuamos com outra situação-problema:
Uma tartaruga marinha pôs os seus ovos na areia e nasceram as tartaruguinhas. Só que ficaram todas de patinhas para o ar e agora a mamã tartaruga não consegue contar quantas nasceram, porque as cabeças não se veem! 
Toca a ajudá-la... com recurso a materiais manipuláveis da sala (plasticina e pauzinhos) para simular as patas das tartarugas.
Começamos pelos mais crescidos, estabelecendo que cada tartaruga tinha 4 patas, fizeram grupos de 4 e depois contaram-nos:  16 patas são 4 tartarugas.
- A mãe tartaruga teve 4 tartaruguinhas!
Depois o problema foi simplificando: passou para os olhos, que são só 2! 
- Aqui estão 6 olhos, quantas tartarugas são? 
Foram feitos os pares de pauzinhos e contados: 
- 6 olhos são 3 tartarugas.
Também fizemos com outras partes do corpo que a tartaruga só tem 1 de cada:
- 5 rabinhos são 5 tartarugas; 2 carapaças são 2 tartarugas... e por aí fora.
Assim todos, mesmo os mais pequeninos, puderam ter sucesso a resolver um problema de matemática! 
De tarde, registamos graficamente a primeira situação apresentada. 
Amanhã mostramos porque entretanto... começou a acontecer algo na sala que não deixou a professora fotografar os registos:
Um pequeno grupo de meninas organizou-se e começou a fazer o jogo das cadeiras. 
Apenas pediram ajuda para colocar um video do Panda "porque precisamos de música para andar à volta das cadeiras". E depois, foi mais ou menos assim...


Já um bocadinho antes, o mesmo grupo tinha tomado outra iniciativa em conjunto: 
ensaiar músicas, com o livro-viola que uma tinha trazido para a sala!
Um pequeno excerto que a professora "apanhou" deste trabalho colaborativo...
video

A malta fixe não pára, nem deixa ninguém parar...
As nossas janelas dizem isso mesmo, estão cheias de projetos e de tartarugas coloridas!
Mesmo sem o sol para as fazer brilhar...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Vivaldi: a Primavera, o Inverno e a hibernação

Hoje "eram 10 numa"... sala ;-)
Parece que a coisa está a melhorar por estes lados... bom sinal!
Começamos  o dia mostrando aos colegas que regressaram o que temos andado a fazer.
Ficaram entusiasmados com as tartarugas coloridas que enfeitam as nossas janelas e quiseram fazer também... - parecem de vitral!

Com as imagens que usamos no jogo das casas dos animais construímos mais um cartaz:

Em dia de expressão motora, unimos Vivaldi à hibernação e realizamos o jogo do urso que hiberna, o que requereu uma preparação prévia - a audição atenta de dois pequenos trechos de duas obras de música clássica: 
A Primavera e o Inverno, das 4 estações de António Vivaldi.
Escutamos um ficheiro de som onde ambas as músicas alternavam e tentamos reconhecer quando era a Primavera e quando era o Inverno que estavam a tocar. 
Não foi muito difícil...
- As músicas são diferentes...
- Uma é mais alegre (Primavera)!
- A outra é mais quietinha e mais triste (Inverno).
- É uma orquestra que toca estas canções.
- Não são canções, porque ninguém canta!

Depois fizemos de conta que éramos ursinhos na floresta. 
Quando tocava a Primavera...
- Acordamos, andamos, corremos, saltamos e procuramos comida.
- Brincamos com os amigos ursinhos...
Quando tocava o Inverno...
- Procuramos uma caverna para nos deitarmos.
- Enroscadinhos, a hibernar!
E foi mesmo assim...



Esta foi uma atividade integradora de várias áreas de expressão:
Trabalhamos de uma vez só a expressão musical, a expressão dramática e ainda a motora.
Foi pena que nos interromperam porque outra turma precisava do leitor de CD e tivemos que parar :-( Ao chegar à sala a professora encontrou-nos assim:
- Ainda estamos a hibernar!

Houve ainda expressão corporal (que também é um bocadinho disto tudo) com a prof. Patrícia, e recordamos as três danças que aprendemos ultimamente: a Dança da Galinha (7 gestos), a Dança do panda e a Dança da cobra. Já sabemos fazer todas as coreografias muito bem!

Foi assim o nosso dia com uma dezena na sala... bem mexido!
Será que amanhã já somos mais?

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Outras coisas... para além das tartarugas

Hoje fomos 8... e depois passamos a 7 :-( nenhum finalista e poucos dos mais crescidos. 
Restam os mais novos, que têm sido os mais resistentes!

Retomando a experiência do dia anterior, fomos buscar a cuvete ao congelador...
Observamos que:
- A água congelou.
- Transformou-se em gelo.
- A fruta ficou lá dentro, no meio do gelo.
- Não tem cheiro.
- É fria e dura.
- Se fossemos ursos na floresta à procura de alimento, será que o conseguíamos farejar / encontrar/ comer?
- Não, porque não cheira a nada e não se pode comer gelo.

Aí reside a explicação para o que se diz na Canção da Hibernação:
Esta é a forma que a Natureza encontrou que ajudar os animais a sobreviver quando está muito frio e não há alimentos: durante o sono da hibernação, a temperatura está mais baixa e o coração bate mais devagarinho para poupar energia.

E mais tarde mexemos, sentimos o frio e o molhado da água que entretanto apareceu...
- Foi o gelo que derreteu porque a sala está quentinha!

E mais  não avançamos por hoje...
Nenhum dos elementos que manifestaram interesse por conhecer melhor o que se passava com a nossa Guga esteve presente. 
Por isso decidimos fazer uma espécie de intervalo no projeto da hibernação.
Porque não faz muito sentido continuar um processo de investigação sem os principais interessados e porque os presentes têm (além desse) outros interesses, também eles importantes, a que dar atenção!

Então fizemos outras coisas...
Houve quem experimentasse os primeiros projetos e ficasse satisfeito com isso!
Cá estão eles! São: 
- Dois instrumentos musicais e uma pistola
- E os instrumentos são maracas. ;-)

Experimentamos também a técnica de papel maché, para descobrir se resulta, pois queremos construir umas máscaras muito giras que vimos no computador.

E houve brincadeiras livres, principalmente na área da casinha das bonecas, com o novo microondas que veio na caixinha das surpresas, mas ainda não tem pilhas :-( só amanhã é que vai fazer: - plim!

Mas já de tarde, quisemos ver vídeos, todos ao redor do computador, porque éramos poucos... e lá voltamos às tartarugas ;-)

Vimos estes dois, que uma amiga da nossa professora lhe mandou para nós, por causa do projeto das tartarugas / hibernação:


História - Tino, a tartaruga marinha

Canção - A Dona Tartaruga

Ainda tentamos ver este, mas estava sempre a travar... pode ser que aí em casa dê melhor.

Uma fábula tola - A tartaruga voadora

Vimos umas tartarugas muito giras e coloridas e então procuramos um molde de tartaruga na internet para fazer tartarugas coloridas e brilhantes...  recortada a carapaça pusemos papel autocolante e preenchemos toda a carapaça com bocadinhos de papel celofane colorido!
Ainda não terminamos, mas estão a ficar muito bonitas, até brilham no vidro das janelas!

E afinal... não fugimos muito das tartarugas!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

De volta... mas a meio-gás

Entre gripes e varicelas temos por cá 7 fixes resistentes...
- Parece que os outros estão a hibernar!

Mas será que alguém ainda se lembra do que é hibernação?
- É quando os animais dormem...
- Quando dormem muito tempo!
- E não comem enquanto estão assim...

A nossa amiga Alda foi então chamada ao palco (no computador) para nos ajudar, como costuma fazer, com mais uma das suas canções, feitinha à medida:
Entrou logo no ouvido e depressa começamos a trauteá-la, principalmente o refrão. Aprendemos assim que:
- Há mais animais que hibernam, para acrescentar ao registo!
- A hibernação tem uma função (serve para alguma coisa - para quê?)
- Serve para ajudar a Natureza.
- Porque ajuda os animais...

Para perceber melhor como tudo isto acontece, fizemos uma experiência...
  1. Precisamos de 3 frutos diferentes: abacaxi, tangerina e kiwi, que foram descascados e cortados em bocadinhos.
  2. Com os olhos fechados, conseguimos identificar pelo cheiro cada um dos 3 alimentos (usando o sentido do olfato)... tal como faz, por exemplo, o urso na floresta!
  3. Depois usamos uma cuvete de gelo e em cada um dos buraquinhos colocamos uma fruta, que cobrimos com água. Não foi tarefa fácil dosear a saída do líquido da garrafa!
Finalmente, foi-se colocar a cuvete no congelador.
Amanhã, logo pela manhã, vamos buscar para ver o que aconteceu. 
Mas já fizemos estimativas...
- Vai congelar, a água vai ficar em gelo.
- E o gelo vai ter a fruta lá dentro!
Veremos amanhã se estas previsões estão certas e em que é que isso nos ajuda a perceber a função da hibernação na Natureza!

Em tempo de atividades e projetos,  quisemos fazer isso mesmo e houve alguém que ficou muito feliz por conseguir terminar o seu projeto: recriar o aquário da nossa Guga!

Já de tarde, a hora da história trouxe-nos "Tommy, a tartaruga"
Percebemos perfeitamente a história (até achamos que faltam cá alguns meninos que a deviam ver... mas depois nós contamos!) e conseguimos recontar o enredo e extrair a lição que o Tommy aprendeu. Também representamos em desenho o que mais gostamos...
Foi um dia muito calminho, com tão poucos meninos e meninas na sala... 
- Quando contamos foi só até ao número 7!
- Parece a história da Branca de Neve e os 7 anões...
- Mas não somos 7, somos 8! Tu também contas Juca.
- Então quantas pessoas temos na sala?
- 8
- Quantos são adultos?
- 1
- Quantos são crianças?
- 7
- 7 + 1?
- 8
E assim se brinca e aprende, também com a matemática ;-)
Até amanhã!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Miminhos fixes

Porque a malta fixe (a grande e a pequena) é mesmo assim... e mesmo ausente, estive um bocadinho lá ,-)





Obrigada a todos, gostei muito dos vossos desenhos.
Obrigada Lídia e Celeste.
Beijinhos e até breve!




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